como sempre

Construí um castelo… um castelo em que os alicerces eram indestrutíveis, pensava eu. Com a felicidade no auge, eu corria de sorriso no rosto, em busca do meu maior pecado. Era ele quem me fazia sentir tão feliz, tão desajeitada, tropeçando em todas as pedras sem dar atenção e ignorando o seu sinal. Acordei com aquela lágrima a escorrer pela face a anunciar-me que ele tinha partido sem regresso. O castelo era de areia, só eu não tinha percebido. A tristeza abundava agora, sem fim previsto e mais uma vez tropecei numa pedra, caindo de uma forma abrupta e triste. Cada palavra dele, era uma nova lágrima, uma nova dor interminável… mas como sempre ele levou a minha alma, a minha vida

da buu^

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«sorri, esquece, dorme, sonha; mas sobretudo, vive»